Agora que os Americanos estão a querer reduzir o número de funcionários Portugueses na base das Lages, talvez esteja na altura do estado Português permitir aos amigos Chineses, a criação de uma base no Arquipélago dos Açores.
Talvez desta forma os EUA consigam perceber a necessidade de ter em Portugal um aliado e não apenas um parceiro comercial que se descarta quando as coisas não estão bem.
Libertar as mentes agrilhoadas; Libertar as ideias; Partilhar saber; Mudar mentalidades; soluções para um mundo melhor,livre de extremismos, nacionalismos, falsas premissas.
sábado, 24 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Na promoção do nosso trabalho de "Petsitting" aqui deixamos as fotos de três amigos novos com quem tivemos o prazer de conviver nesta semana passada! São eles o Ty, o Shorty e o Max!
Trabalhar com animais não é um trabalho, é um prazer e uma diversão! Gostamos e esperamos repetir a dose com mais amigos simpáticos como estes!
O Ty é um cão bastante afável, que gosta de ter o seu espaço, de correr e brincar e de uma boa paparoca!
Obrigada!!!
Trabalhar com animais não é um trabalho, é um prazer e uma diversão! Gostamos e esperamos repetir a dose com mais amigos simpáticos como estes!
Aproveitamos também para fazer um apelo em nome dos donos que vão partir para Inglaterra e não podem levar o Ty com eles!!! Quem estiver interessado em ficar de forma responsável com este simpático rafeiro de cor preta com oito anos de idade, para lhe dar carinho, amor e uma velhice condigna, contacte Pedro Félix: pfilix@gmail.com / 919222242
O Ty é um cão bastante afável, que gosta de ter o seu espaço, de correr e brincar e de uma boa paparoca!
Obrigada!!!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Recomendo particularmente no blog que abaixo cito, o artigo "Retrato do sentir no feminino" de Novembro!!! ;-)
Foi uma bonita crítica que me deixou muito orgulhosa e que hoje decido partilhar com todos com a maior humildade de alguém que escreve por prazer e que sente o que escreve!!!
http://notascomentarios.blogspot.pt/
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
A Crise da Dívida em Portugal e na Europa já não é de hoje. E o que aprenderam os Políticos? "ZERO"


Estávamos aqui a preparar uma aula de História e encontrámos estes dois excertos de notícias das últimas décadas do século XIX e princípio do século XX, que traduzem bastante bem não só o Estado deste país face à Monarquia vigente, como o próprio estado da Europa que passava por uma crise financeira. Afinal o que mudou e o que se aprendeu?
“O governo português anda mendigando em Londres um novo empréstimo. Os nossos charlatães financeiros não sabem senão estes dois métodos de governo: empréstimos e impostos. (…)
É dinheiro emprestado e dinheiro espoliado. (…) E por fim não é dinheiro aplicado a nenhum melhoramento público; é só dinheiro para pagar juros da dívida e endividar-nos cada vez mais! (…)
É a dívida a multiplicar-se para não faltarem à corte banquetes, festas, caçadas e folias.”
Jornal A Lanterna, 17 de Dezembro de 1870
“Todo o país tem trabalhado, desde 1891, para se desembaraçar da crise, que é a mais profunda que país algum europeu está a atravessar.
É nesta situação angustiosa, que uma família alcunhada portuguesa, com uma dotação fixada pela lei na quantia de 525 000$00 réis –
absolutamente fabulosa para o nosso orçamento e para a nossa pobreza –
que esta família, tendo paços e casas, que o Estado lhes cede gratuitamente, ousou arrancar aos cofres do Estado, com a cumplicidade dos respectivos ministros, somas elevadíssimas! (…)”
Discurso de Afonso Costa (destacado republicano) no Parlamento, 20 de Novembro de 1906
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
O Serviço Público de Televisão em Portugal.
A maior vantagem das Democracias na minha maneira de ver é podermos expressar uma opinião. Alguns dirão que a maior vantagem de uma democracia é a liberdade. Peço desculpa aos que assim pensam porque acho que estão errados.
Eis o porquê:
1- As notícias que nos são transmitidas são manipuladas e manietadas com o objectivo de nos fazer pensar num determinado sentido.
2- A ideia de felicidade nas democracias é instigar-nos desde que nascemos à ideia de que, apenas consumindo é que seremos felizes, apenas tendo um carro topo de gama, uma vivenda de luxo e uma carreira de sucesso é que seremos felizes.Mas quando atingimos esse patamar, a seguir vem a exigência de que apenas o céu é o limite e que temos de continuar a abdicar da vida em prol de mais trabalho e de mais dinheiro para termos a felicidade suprema, algo que todos os seres humanos desde planeta podem ter sem ter de destruir o mundo.
3- As democracias anunciam a alta voz que num mundo democrático todos temos as mesmas possibilidades de sucesso, mas eu acho que um pobre que nasce em democracia não tem as mesmas vantagens que têm uma criança rica ou o filho de alguém influente! Muitos dirão que sim, que é possível e é verdade que temos alguns casos de sucesso, mas a maior percentagem das pessoas menos favorecidas da sociedade não fazem parte das estatísticas de sucesso.Porque nem todos nascem inteligentes ou racionais! Só que um filho de um rico pode dar-se ao luxo de falhar ou de experimentar o insucesso e mesmo assim vingar na vida, mas o filho de um pobre não pode cometer erros, não pode por exemplo reprovar ou deixar de tirar boas notas, tendo em consideração que ainda por cima não tem dinheiro para explicações.
Mas tudo isto tem apenas um objectivo: a minha opinião sobre a decisão do governo de Portugal de vender o serviço público de televisão.
Na minha óptica a forma de privatizar era simples. Se é viável? Essa é outra questão. Mas um governo que não consegue gerir uma empresa, como pode gerir um país e mais, estamos a falar de uma empresa que recebe milhões de uma taxa injusta de serviços audiovisuais.
Portanto eu acho que o estado deve manter um canal de serviço público que teria de gerir com o dinheiro do orçamento de estado e sem publicidade paga e sem os ordenados milionários que são pagos a alguns dos funcionários e vender aos privados o outro canal e assim libertar os valores da publicidade paga que recebe.
Porque se o modelo proposto for para a frente então o nosso país ficará sem o único canal não pago que transmite um modelo de televisão que prima pela diferença em relação a todos os outros e a cultura nas suas mais variadas formas irá ficar mais pobre e todo um país irá perder mais uma fonte de informação e de divulgação cultural.
Mas é algo que não me espanta visto que o ministro que tem a tutela para decidir é sem mais nem menos o senhor Dr. Quatro cadeiras, portanto já vimos a onde isto vai desembocar! Será uma remodelação parecida com aquela da Senhora Espanhola de Borja. A esta senhora diziam-lhe já desde tenra idade que ela tinha muito jeito para pintar, aqui neste país à beira mar plantado uma Universidade diz que o Sr. Relvas tem muito jeito para gerir e governar!
A maior vantagem das Democracias na minha maneira de ver é podermos expressar uma opinião. Alguns dirão que a maior vantagem de uma democracia é a liberdade. Peço desculpa aos que assim pensam porque acho que estão errados.Eis o porquê:
1- As notícias que nos são transmitidas são manipuladas e manietadas com o objectivo de nos fazer pensar num determinado sentido.
2- A ideia de felicidade nas democracias é instigar-nos desde que nascemos à ideia de que, apenas consumindo é que seremos felizes, apenas tendo um carro topo de gama, uma vivenda de luxo e uma carreira de sucesso é que seremos felizes.Mas quando atingimos esse patamar, a seguir vem a exigência de que apenas o céu é o limite e que temos de continuar a abdicar da vida em prol de mais trabalho e de mais dinheiro para termos a felicidade suprema, algo que todos os seres humanos desde planeta podem ter sem ter de destruir o mundo.
3- As democracias anunciam a alta voz que num mundo democrático todos temos as mesmas possibilidades de sucesso, mas eu acho que um pobre que nasce em democracia não tem as mesmas vantagens que têm uma criança rica ou o filho de alguém influente! Muitos dirão que sim, que é possível e é verdade que temos alguns casos de sucesso, mas a maior percentagem das pessoas menos favorecidas da sociedade não fazem parte das estatísticas de sucesso.Porque nem todos nascem inteligentes ou racionais! Só que um filho de um rico pode dar-se ao luxo de falhar ou de experimentar o insucesso e mesmo assim vingar na vida, mas o filho de um pobre não pode cometer erros, não pode por exemplo reprovar ou deixar de tirar boas notas, tendo em consideração que ainda por cima não tem dinheiro para explicações.
Mas tudo isto tem apenas um objectivo: a minha opinião sobre a decisão do governo de Portugal de vender o serviço público de televisão.
Na minha óptica a forma de privatizar era simples. Se é viável? Essa é outra questão. Mas um governo que não consegue gerir uma empresa, como pode gerir um país e mais, estamos a falar de uma empresa que recebe milhões de uma taxa injusta de serviços audiovisuais.
Portanto eu acho que o estado deve manter um canal de serviço público que teria de gerir com o dinheiro do orçamento de estado e sem publicidade paga e sem os ordenados milionários que são pagos a alguns dos funcionários e vender aos privados o outro canal e assim libertar os valores da publicidade paga que recebe.
Porque se o modelo proposto for para a frente então o nosso país ficará sem o único canal não pago que transmite um modelo de televisão que prima pela diferença em relação a todos os outros e a cultura nas suas mais variadas formas irá ficar mais pobre e todo um país irá perder mais uma fonte de informação e de divulgação cultural.
Mas é algo que não me espanta visto que o ministro que tem a tutela para decidir é sem mais nem menos o senhor Dr. Quatro cadeiras, portanto já vimos a onde isto vai desembocar! Será uma remodelação parecida com aquela da Senhora Espanhola de Borja. A esta senhora diziam-lhe já desde tenra idade que ela tinha muito jeito para pintar, aqui neste país à beira mar plantado uma Universidade diz que o Sr. Relvas tem muito jeito para gerir e governar!
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A educação em Portugal
Governos atrás de governos, afirmam a alto e bom som que se deve investir na educação, porque um país moderno e desenvolvido precisa de um bom sistema educativo para que seja sustentável e competitivo.Mas infelizmente o que temos é políticos atirar areia aos olhos dos Portugueses.
Porque os governos resolveram investir milhões em infraestruturas, mas esqueceu-se que onde se deve verdadeiramente investir é nos processos de ensino e na avaliação de todo o sistema, de modo a que se possa compreender e avaliar ano após ano onde estão os problemas que levam a que as pessoas do nosso país sejam as que no final do seu percurso educativo, tenham um baixo conhecimento em comparação com as pessoas de outros países que possuem o mesmo grau académico.
Creio que se não fizermos nada, nos próximos anos iremos continuar com o ciclo de maus alunos, que vão originar maus cidadãos e consequentemente maus pais.
Governos atrás de governos, afirmam a alto e bom som que se deve investir na educação, porque um país moderno e desenvolvido precisa de um bom sistema educativo para que seja sustentável e competitivo.Mas infelizmente o que temos é políticos atirar areia aos olhos dos Portugueses.
Porque os governos resolveram investir milhões em infraestruturas, mas esqueceu-se que onde se deve verdadeiramente investir é nos processos de ensino e na avaliação de todo o sistema, de modo a que se possa compreender e avaliar ano após ano onde estão os problemas que levam a que as pessoas do nosso país sejam as que no final do seu percurso educativo, tenham um baixo conhecimento em comparação com as pessoas de outros países que possuem o mesmo grau académico.
Creio que se não fizermos nada, nos próximos anos iremos continuar com o ciclo de maus alunos, que vão originar maus cidadãos e consequentemente maus pais.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
A Experiência GOcar: uma nova forma de conhecer Lisboa (www.gocartours.pt/)Neste fim de semana resolvemos fazer uma coisa diferente e radical: conhecer Lisboa a uma vertiginosa velocidade de cerca de 50 km por hora e bem mais próximo do chão do que é habitual: a experiência Gocar.
E o que é o GOcar? É nada mais nada menos que um simpático carro amarelo que se conduz como uma scooter, mas de forma bem mais fácil porque tem três rodas.
E lá chegámos a Domingo de manhã à Rua dos Douradores (Baixa Pombalina) para iniciar esta experiência.
O pessoal, extremamente acessível e simpático encarregou-se de nos orientar nestas andanças! Caução feita (não fosse o Diabo tecê-las), somos equipados com uma magnífica touca e um capacete e dirigimo-nos à la voiture.
"Já andaram de mota"? - pergunta o empregado.
Não - disse eu. "Sim", disse o Luís, "Mas já foi há muito tempo"!!!
Veio-me logo à memória o dia em que o meu marido em tempos idos teve aulas de condução de mota, fez um cavalo e mandou com o instrutor pelo ar!
Temi pela vida, confesso!
O rapaz disse que não era nada difícil de qualquer maneira, mas antes de partirmos verificou todas as mossas que o carro tinha, o que ainda menos em tranquilizou.
Bem, prontos para partir!
E lá saímos nós em plena Baixa Lisboeta!
Cabelos ao vento e subida louca em direcção à zona do Castelo de São Jorge.
No início não estava tranquila. "Devagar", repetia "Vai devagar".
Já nos imaginava capotados, sem dentes, a caminho do Santa Maria!!!
Mas depois, à medida que se apanha o jeito e confiança, é só desfrutar!
Ruas estreitas, vistas maravilhosas e dezenas e dezenas de turistas por quem passávamos a rir, a dizer-nos adeus, a fotografar e a filmar.
Adorámos!
Fomos ainda até Belém e foi uma loucura!
Há vários percursos à escolha: desde a Baixa Pombalina com os seus bairros típicos e ruas sinuosas e estreitas, às grandes avenidas que levam a Belém e muito mais!
Por tudo isto ficámos fãs e recomendamos esta fantástica viagem por Lisboa de uma perspectiva totalmente diferente.
Atenção ao trânsito e boa aventura!!!

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